Restaurantes peruanos e novoandinos lembram independência no Peru
Ailin Aleixo

Na terça-feira, 28 de julho, comemora-se o dia da independência peruana. Até pouco tempo atrás, a data poderia passar batida para os paulistanos. Mas isso começa a mudar, graças à cozinha. Atualmente, em São Paulo, há um restaurante 100% peruano, o La Mar; dois "novoandinos", o Ají e o Killa, de comida tradicional andina "atualizada", e um nipo-peruano, o Shimo.


No dia-a-dia das famílias, os pratos mais consumidos são o lomo saltado (filé salteado), o arroz com pollo (arroz com frango) e a papa huancaina (batatas com queijo, ovos e pimenta ají). Segundo Dylan Koishi, chef do Killa, os ingredientes básicos que o interessado por essa culinária deve ter na cozinha são ají, limão, cominho, coentro, cebola, alho e gengibre. Também devem ser adicionados a essa lista milho, batata e tomate.

Para beber? "Pisco Sour e cerveja", preferem Dylan e Fábio. Gonzáles fica no mais tradicional: chicha, bebida típica andina feita à base de milho fermentado.

E para adquirir o ají (pronuncia-se "arri") e outros ingre-
dientes da comida peruana, os chefs dos restaurantes indicam a feira boliviana, que acontece todos os domin-
gos, das 11h às 19h, na praça Kantuta, altura do núme-
ro 625 da rua Pedro Vicente, bairro do Pari, em São Paulo.