O Killa é do Peru!
Não conheço bem a comida do Peru. Minha experiência se resume ao que comi no Brasil. Aliás, provei um ceviche há muitos anos, no restaurante De Comer, em Salvador, na Bahia, que na época adorei. Era um camarão marina-
do no abacaxi acompanhado de batata doce! E no AK Delicatessen, experimentei uma chupe uma sopa típica com camarão e ovo. Maravilhosa.

Abriram três restaurantes peruanos em São Paulo nos últimos meses: o La Mar, o Salero e o Killa – perto da minha casa, thanks God, porque na região tem pouco restaurante interessante.


No dia dos namorados, consegui fazer uma reserva no Killa e tive uma grata surpresa. Casa simpática, comida gostosa a um preço honesto. Tem gente que acha que as porções são mínimas. Não achei.

Pedimos duas entradas: mini-causa – um amassadinho de batata recheado com frutos do mar e uma espécie de molho de abacate. Interessante, por R$ 18. E calamares tacu tacu. Por R$ 16 comemos uma lula recheada com uma massa felita de lentilhas e ervilhas. Adorei. Como prato principal, pedimos um lomo saltado pra dividir por R$ 32. Um filé mignon com especiarias e batata frita.

O Georges, sócio da casa, tinha uma ótima opção de vinho pra acompanhar as entradas: o espumante rosé português 3B da Filipa Pato (uva: Baga 75% e Bical 25%), que combinou muito bem com a lula.

A sobremesa – mousse de frutas tropicais com suspiro, não me disse muito; ao contrário do brinde do dia dos namorados. Ganhamos uma sugestiva mini-garrafa de um creme de chocolate com um pincel pra incitar a imaginação… Volto lá pra provar os ceviches!